_______________________________________________________________________________ VIDA DE MÃE
Gostaria de pedir desculpas aos leitores, mas por algum tempo o blog não terá mais espaço para comentários. As mensagens eram muitas e eu não estava dando conta de respondê-las, por isso optei pela minha atual prioridade: tempo com a família! Afinal, como vou transmitir à vocês algo que não é real em minha vida? - "Você tem toda a liberdade de reproduzir estes textos, mas peço que não esqueça de citar a fonte (autor e endereço do blog)". Obrigada!

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

FILHOS GENTIS E ATENCIOSOS








Como educar filhos para que tornem-se seres humanos gentis e atenciosos? Richard Weissbourd e sua equipe compartilham 5 dicas importantes e essenciais! Nosso mundo clama por pessoas gentis e atenciosas. Vamos fazer a nossa parte?

1) Mostre que cuidar dos outros é uma prioridade
Por quê?
Os pais tendem a priorizar a felicidade e realizações de seus filhos sobre a preocupação que seus filhos têm com os outros. Mas as crianças precisam aprender a equilibrar suas necessidades com as necessidades dos outros.
Como?
As crianças precisam ouvir dos pais que cuidar de outras pessoas é importante, como honrar seus compromissos. Por exemplo, antes das crianças criarem um time de futebol, banda ou equipe, devemos ensiná-las a considerar as suas obrigações para com o grupo, ou amigo, e incentivá-las a resolver os problemas que possam surgir antes de desistir.
Tente isso:
- Em vez de dizer a seus filhos: “A coisa mais importante é que você está feliz”, dizer “A coisa mais importante é que você é gentil, legal, bacana, atencioso…”.
- Faça com que seus filhos mais velhos tratem os outros com respeito, mesmo quando estão cansados, distraídos, ou com raiva.
- Enfatize o carinho quando você interage com outros adultos importantes na vida de seus filhos. Por exemplo, pergunte aos professores se os seus filhos são bons membros da sua classe.

2) Dê oportunidades às crianças para a prática de carinho e gratidão
Por quê?
Nunca é tarde demais para se tornar uma boa pessoa, mas isso não vai acontecer por conta própria. As crianças precisam praticar cuidar dos outros e expressar gratidão por aqueles que cuidam deles. Estudos mostram que as pessoas que têm o hábito de expressar gratidão são mais propensas a serem úteis, generosas, compassivas e, ao também se perdoarem, elas são mais propensos a serem felizes e saudáveis.
Como?
Aprender a ser solidário é como aprender a praticar um esporte ou um instrumento. Repetição diariamente! Por exemplo, ensinar a importância de ajudar um amigo com a lição de casa ou dos afazeres diários. Aprender gratidão envolve regularmente praticá-la.
Tente isso:
- Não recompense o seu filho para cada ato de gentileza, como limpar a mesa de jantar. Devemos esperar que os nossos filhos ajudem em casa, com os irmãos e com os outros e só premiar os atos realmente incomuns de bondade.
- Converse com seu filho sobre gentilezas e maldades que ocorrem na televisão ou em histórias e sobre atos de justiça e injustiça que possam testemunhar ou ouvir falar nas notícias.
- Faça da gratidão um ritual diário na hora do jantar, hora de dormir, no carro, ou no metrô. Ensine a agradecer àqueles que contribuem conosco tanto nas coisas grandes quanto nas pequenas.

3) Expanda o círculo de preocupação do seu filho
Por quê?
Quase todas as crianças se preocupam com um pequeno círculo de familiares e amigos. Nosso desafio é ajudar nossos filhos a aprenderem a cuidar de alguém fora desse círculo, como o garoto novo da classe, alguém que não fala sua língua, o zelador do prédio ou da escola, ou alguém que vive em um país distante.
Como?
As crianças precisam aprender tanto a focar, ouvindo atentamente e atendendo aqueles em seu círculo imediato, quanto expandir sua área de abrangência, considerando as diversas perspectivas das pessoas que interagem com o seu dia a dia, incluindo aqueles que são vulneráveis​​. Eles também precisam considerar que suas decisões, como abandonar um time de futebol ou uma banda, podem repercutir e prejudicar vários membros de suas diversas comunidades. Especialmente neste nosso mundo globalizado, as crianças precisam desenvolver consideração pelas pessoas que vivem em diferentes culturas do que a sua própria.
Tente isso:
- Certifique-se de que seus filhos são simpáticos e gratos com todas as pessoas em suas vidas diárias, tais como motoristas de ônibus, funcionários da casa ou uma garçonete.
- Incentive as crianças a cuidarem daqueles que são vulneráveis​​. Dê a elas algumas ideias simples de como entrar na “zona de carinho e coragem”, como quando for confortar um colega que foi provocado.
- Use um artigo de jornal ou TV para incentivar seu filho a pensar sobre as dificuldades enfrentadas por crianças em outro país.

4) Seja um modelo forte e mentor
Por quê?
As crianças aprendem valores éticos, observando as ações dos adultos que respeitam. Eles também aprendem valores ao atravessar dilemas éticos com os adultos, por exemplo: “Devo convidar um novo vizinho para minha festa de aniversário, quando a minha melhor amiga não gosta dele?”
Como?
Ser um modelo moral e mentor significa que precisamos praticar a honestidade, a justiça e cuidar de nós mesmos. Mas isso não significa ser perfeito o tempo todo. Para os nossos filhos nos respeitarem e confiarem em nós, precisamos reconhecer nossos erros e falhas. Nós também precisamos respeitar o pensamento das crianças e ouvir suas perspectivas, demonstrando a elas como nós gostaríamos que se envolvessem com as outras pessoas.
Tente isso:
- Seja um modelo, fazendo serviço comunitário, pelo menos uma vez por mês. Melhor mesmo é fazer este serviço com o seu filho.
- Dê aos seus filhos um dilema ético na hora do jantar ou pergunte a eles sobre os dilemas que enfrentaram.

5) Oriente as crianças em como administrar sentimentos autodestrutivos
Por quê?
Muitas vezes, a capacidade de cuidar dos outros é dominado pela raiva, vergonha, inveja ou outros sentimentos negativos.
Como?
Precisamos ensinar às crianças que todos os sentimentos são normais, mas algumas formas de lidar com eles não são úteis. As crianças precisam de ajuda para lidar com esses sentimentos de forma produtiva.
Tente isso:
- Aqui está uma maneira simples de ensinar seus filhos a se acalmarem: peça-lhes para pararem, respirarem fundo pelo nariz e expirarem pela boca, contando até cinco. Pratique esse ritual mesmo quando o seu filho estiver calmo. Então, quando ele ficar chateado ou com raiva, lembre-o sobre esses passos e os faça com ele. Depois de um tempo, ele vai começar a fazê-lo por conta própria, e desta forma conseguirá expressar seus sentimentos de um modo mais útil e apropriado.

Fonte original:  http://www.washingtonpost.com/news/parenting/wp/2014/07/18/are-you-raising-nice-kids-a-harvard-psychologist-gives-5-ways-to-raise-them-to-be-kind/

quarta-feira, 2 de julho de 2014

30 DICAS PARA CURTIR AS FÉRIAS COM SEUS FILHOS

1- Monte com seus filhos um planejamento das férias numa cartolina, com figuras e desenhos. Não precisam ser os dias exatos, o importante é conter as atividades prediletas dos pequenos. O desafio é ficar bem longe da tecnologia!

2 - piquenique dentro de casa com bonecos e animais de pelúcia;
3 - tarde de jogos de tabuleiro, aqueles que estão guardados há muito tempo no armário;
4 - dia da tinta e massinha (sujeira liberada!);
5-  passeio no Sesc mais próximo de sua casa. Eles oferecem programações gratuitas incríveis! (http://www.sescsp.org.br/);
6 - passeio de bicicleta na rua de casa ou num parque mais próximo;
7- dia no parque: subir em árvore, brincar na areia, jogar futebol e se sujar bastante!
8 - brincadeiras de antigamente (corda, bambolê, bolinha de gude, bolinha de sabão...);
9 - dia de fazer faxina no guarda-roupa e nos brinquedos. Separem tudo o que não usam mais e que esteja em bom estado;
10 - levem as doações em uma creche ou orfanato. Se possível, passem uma tarde curtindo com as crianças;
11 - cineminha em casa, com direito a pipoca e luz apagada!
12 - passeio no shopping pra tomar sorvete ;
13 - dia de cinema (às quartas-feiras as sessões costumam ser mais baratas);
14 - boliche com garrafas pet (as crianças podem ajudar a decorar as garrafas);
15 - chá de bonecas com as amiguinhas, com direito a convite preparado pelas crianças!
16 - piquenique dos heróis para os meninos, com convites artesanais também!
17 - festa a fantasia com amiguinhos (cada um tem que trazer um prato)
18 - festa do pijama com guerra de travesseiros, cabaninha e contação de histórias (de dia mesmo);
19 - procure algum teatro gratuito em sua cidade;
20 - façam uma horta em pequenos vasinhos;
21 - dia de brincar de argila. Montem formas, deixem secar e pintem juntos!
22 - arte com material reciclado, o que vale é a criatividade!
23 - visitar algum familiar que não encontram há muito tempo. Façam um bolo bem gostoso com as crianças pra tomarem um café durante a visita;
24 - façam desenhos para crianças doentes e entreguem juntos em hospitais;
25 - façam com a família um cartaz com as regras da casa. Conversem, pintem, colem figuras... O importante é que as crianças participem de todos os momentos;

26 - piquenique com amiguinhos no quintal ou numa praça próxima de casa;
27 - brincadeiras de competição: jogo do saco, bolinha na colher, estourar a bexiga...
28 - visitar o centro histórico de sua cidade. Tirem fotos, conversem sobre a história, andem de metrô, comam cachorro-quente na rua... Vai ser uma aventura!
29 - dia de visitar algum museu ou biblioteca da cidade;
30 - Revelem as fotos dos principais momentos que viveram juntos nas férias e montem um cartaz desta incrível recordação!

O maior investimento na vida de seu filho é tempo com você. A infância não acontece duas vezes, portanto, estabeleça prioridades e curta esse tempo que não volta mais!

Mamãe Dani Marques

quarta-feira, 30 de abril de 2014

CRIANÇAS QUE NASCEM RUINS. SIM, ELAS EXISTEM!

Um tabu impede que se discuta a maldade infantil. Mas ela existe. E pode esconder transtornos graves.
 

Aos 7 anos, T. convenceu seus pais, profissionais liberais de Belo Horizonte, a demitir duas empregadas domésticas. O motivo alegado: elas batiam nele. As duas negaram as agressões, mas o menino chegou a apresentar uma marca roxa no braço. Um ano depois, nova queixa sobre outra empregada. Revoltado, o casal decidiu colocar câmeras escondidas. O que viram foi uma surpresa: T. era o agressor, com pontapés e atirando brinquedos. No fim de uma semana, perguntaram se a empregada havia batido nele novamente. Choroso, T. respondeu que havia sido surrado na cozinha – onde as imagens não mostravam nada. Diante das sucessivas mentiras, foi castigado.

Três anos depois, reincidiu. Com os pais já separados, adquiriu o costume de tirar dinheiro da carteira dos dois, dizendo ao pai que era a mesada da mãe, e vice-versa. Os pais só descobriram a farsa durante uma discussão sobre dinheiro. Pouco antes, uma empregada fora mandada embora da casa da mãe depois do sumiço de R$ 50. T. disse que a vira pegar a nota. Diante disso, os pais concluíram que o menino precisava de tratamento. Poucas sessões depois, o diagnóstico foi duro: ele apresentava o chamado transtorno de conduta, nome formal para a velha “índole ruim”.

quarta-feira, 19 de março de 2014

ALERTA: CRIANÇAS VICIADAS EM TECNOLOGIA - CONSEQUÊNCIAS DESASTROSAS!

Na semana passada ouvi o relato de uma garotinha de 4 anos que estava sendo submetida a tratamento psicológico por conta do seu vício em tablet. Seria cômico se não fosse trágico. Alguns meses atrás, ouvi também uma conversa entre a Rosely Saião e Inês de Castro na Band News FM. O assunto era o mesmo: tratamento psicológico para viciados em redes sociais, jogos de celular, tablet, WhatsApp... Confesso que me assustei quando escutei da boca delas que medicamentos já estavam sendo desenvolvidos para sanar o mal que acomete esta geração. O que está por vir? O que será dos nossos filhos?

"Os próprios pais são os responsáveis por permitir que seus filhos trilhem este caminho. Para alguns, um caminho sem volta"

Decidi que vou continuar andando na contramão, custe o que custar! Tecnologia aqui em casa só em caso de extrema necessidade. Tablet, celular e internet muito de vez em quando, e sempre supervisionado. TV? Até rola, mas muito pouco. E todo o estimulo para: tinta, massinha, pega-pega, esconde-esconde, quebra-cabeça, casinha e boneca, jogo de bola, bicicleta, patinete, receitinhas com a mamãe, cabaninha e tudo que estimule movimentos, criatividade, imaginação e interação com gente de verdade, de carne e osso, olhos nos olhos!

Radicalismo? Chame do que quiser, mas não quero ver meus filhos sentados em cadeiras de psicólogos e dependente de medicamentos para se desintoxicar da tecnologia. Não mesmo! Se ainda acha exagero e não se sente muito confiante em tentar, veja isto:

quinta-feira, 13 de março de 2014

8 DICAS PARA ESTRAGAR SEU FILHO!

1 –  ”Ignore e/ou minimize os sentimentos dos seus filhos” (errado).
Se o seu filho estiver triste, ou com raiva, ou com medo, não tire sarro dele, não o humilhe, não minimize o que ele está sentindo, não diga apenas que o que ele está sentindo é errado. Quando os pais fazem isso sem dar amor, eles perdem a oportunidade de se conectar emocionalmente com seus filhos mostrando que os amam incondicionalmente.
 
2 – “Crie regras inconsistentes”. (errado)
Se você nunca falar para seus filhos o que você espera que eles façam, eles nunca saberão como devem se comportar. As crianças vivem tentando corresponder as expectativas dos pais. Regras são úteis para que as crianças tenham algo para se basear na vida quanto ao comportamento. Se você deixar seus filhos sem o mínimo de regras, ou der regras inconsistentes e variáveis, eles terão que descobrir sozinhos, ou acabarão perdendo o valor das regras e terão problemas de comportamento.
 
3 – “Faça do seu filho o seu amigo”. (errado)
Nunca compartilhe todos seus problemas, se você agir como como indefeso ou derrotado eles nunca aprenderão a te respeitar e te tratarão como iguais ou inferiores. Você pode compartilhar seus problemas, mas deve mostrar que mesmo caindo você consegue se levantar e resolver tudo, que tem coragem de encarar os problemas, e que consegue resolvê-los sem pedir ajuda para eles.
 
4 – “Humilhe o seu parceiro” (errado)
Se você humilhar e nunca mostrar afeição ou amor ao seu parceiro diante do seu filho, ele nunca saberá bem o que é amor. Se você está sempre colocando-o pra baixo e está o rejeitando, ameaçando divórcio, você está criando um ambiente de estado crônico de ansiedade. Mesmo se você já estiver divorciado, não trate o ex-parceiro de forma fria, distante, ou tensa, se fizer isso você manda ao seu filho uma mensagem confusa e ele não confiará em ambos. Isso se chama alienação parental.
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